O Dogecoin (DOGE) vive uma fase bastante ruim, tendo perdido cerca de um terço do seu valor em fevereiro. E não faltam razões para isso.
Em um cenário de incerteza econômica, com expectativa de juros altos, o sentimento do mercado não é dos melhores. Afinal, os investidores passam a procurar aplicações mais seguras para seu dinheiro.
Recentemente, o DOGE chegou a ficar abaixo de US$ 0,20, algo que não ocorria desde o início do mercado bullish em novembro do ano passado. No entanto, permanece em um nível bem superior à vizinhança dos US$ 0,10 que marcou boa parte de 2024.
O otimismo se mantém entre os líderes da indústria — e em muitos analistas. No entanto, o “Bitcoin das memecoins”, como o DOGE ficou conhecido, permanece na berlinda.
Por isso, muita gente já começa a olhar para outros tokens nessa categoria, com destaque para projetos em pré-venda, capazes de gerar ganhos consideráveis no curto prazo.
O que está havendo com o DOGE?
Em grande medida, a queda do preço do DOGE reflete um pessimismo geral do mercado cripto. Afinal, essa não foi a única moeda a perder valor ao longo de fevereiro.
Por exemplo, o Bitcoin (BTC) perdeu mais de 20% do seu valor máximo, registrado em janeiro. Já a Solana (SOL) teve um tombo ainda maior, de mais de 50%.
A explicação geral vai além do mercado cripto. Tem relação com as incertezas em relação à política econômica de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos, que vem se mostrando cada vez mais protecionista.
A taxação a países como China, México e Canadá pode provocar um aumento da inflação no país, e uma consequência natural disso seriam juros mais altos nos EUA — com efeitos globais. Isso piorou com o anúncio de uma tarifa de 25% à União Europeia.
Juros mais elevados acabam sendo danosos para as criptomoedas. Afinal, muitos investidores optam por colocar seu dinheiro em títulos públicos e outras opções com retorno mais seguro, quando estão pagando melhor.
Ou seja, ativos de risco — como é o caso de qualquer cripto, passando por BTC, DOGE e altcoins em geral — perdem terreno nesse contexto.
No caso das memecoins, das quais o DOGE é o símbolo máximo, ainda há um ingrediente extra capaz de estragar a receita: a desconfiança com projetos falsos ou enganosos. Isso se tornou pior com os casos da memecoin de Trump e do caso Libra na Argentina.
Portanto, os investidores agora tentam encontrar projetos de memecoins que sejam seguros e tenham potencial de trazer ganhos no curto prazo em um cenário tenso.
Meme Index apresenta projetos confiáveis
O Meme Index ($MEMEX) é uma solução criativa para quem deseja investir em memecoins, mas tem receio da exposição a essa categoria no atual cenário.
Ao comprar esse token, no entanto, você tem a oportunidade de investir em quatro índices diferentes de moedas meme, cada um deles com um perfil diferente.
Esses índices categorizam as memecoins de acordo com: capitalização de mercado, potencial de risco e também de rendimento.
Cada índice funciona, na prática, como uma cesta de moedas, ajudando a diversificar os investimentos. Por exemplo, a opção mais conservadora é o Meme Titan Index, que reúne moedas mais consolidadas, como o próprio DOGE, o PEPE e o SHIB.
Na outra ponta, há o Meme Frenzy Index, com projetos alternativos e de maior risco — mas, ao mesmo tempo, com maior potencial de ganhos — como ZEREBRO e MOODENG.
O Meme Index ainda está na fase de pré-venda, o que significa preços mais baratos para adquirir o token. O $MEMEX está disponível para compra no site oficial do projeto, e também na carteira de criptomoedas Best Wallet, que reúne os tokens mais promissores do mundo em uma área exclusiva.
Para acompanhar as atualizações sobre o Meme Index e a pré-venda do $MEMEX, confira as redes sociais no X e no Telegram, bem como no site oficial do projeto (a seguir).
Descubra mais sobre o Meme Index
Aviso: Este artigo tem funcionalidade exclusivamente informativa, e não constitui aconselhamento de investimento ou oferta para investir. O CriptoFácil não é responsável por qualquer conteúdo, produtos ou serviços mencionados neste artigo.
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